Mudanças no .Net Framework 2.0 – “Novidades”

Apesar de estarmos na versão 4.0 do .Net Framework, fui motivado a estudar mais esta tecnologia, pois atualmente estou trabalhando com a mesma. Com a série do Post Comparando Java x .Net descobri que houveram grandes mudanças nos lançamentos da tecnologia da Microsoft. Conversando com arquiteto da empresa que trabalho, estas mudanças aconteceram na versão 2 e 4, não menos importante a versão 3 e 3.5 trouxeram vários outros frameworks que agregaram novos recursos visuais e de componentes. Agora vamos conhecer estas mudanças da versão 2.0.

O intuito deste post é mostrar o que aconteceu com a tecnologia e sua trajetória, como profissional Java, fiquei distante desta tecnologia, portanto, agora, corro atrás para recuperar o tempo e o conhecimento que hoje me faz falta. Espero que aos amigos que estão acompanhando os posts, possam entender, junto comigo, o que aconteceu e como evoluiu. Como diria meu Pai: “A título de informação!”, não custa conhecer.

Em 2005 a Microsoft lançou esta versão que mudaria a forma e a arquitetura, dando um grande salto em novidades e novas abordagens da tecnologia, nesta versão houve uma grande mudança na plataforma.

Suporte a Plataforma 64 bits
Suporte a processadores de 64 bits, atendendo à crescente mudanças nos hardwares, com a vinda dos processadores de 64 bits, o que precisamos entender que a tecnologia do .Net Framework são voltados às aplicações windows, portanto são específicos aos sistemas operacionais da Microsoft, no entanto não poderia ficar de fora e deixar de atender esta exigência do mercado. Para saber mais sobre aplicações de 64 bits clique aqui.

Suporte a listas de controle
Suporte a listas de controle (ACL) é usado para permitir ou não o acesso de recursos em um computador, bem como arquivos e operações de E/S, ou seja, entrada e saída. Agora é possível através de código gerenciado obter o controle da ACL.

ADO.NET
Diversas features foram melhorados como Tipos definidos pelo usuário (UDT) por exemplo, , acessos assíncronos ao banco de dados, tipos de dados em XML, valores grandes, suporte a múltiplos conjuntos de resultados (MARS) com o SQL Server 2005. Para saber mais sobre o que há de novo clique aqui.

ASP.Net
As modificações e novos componentes de controles de páginas web dinâmicas, novos controles de dados que possibilitam editá-los e exibí-los na página sem precisar escrever mais códigos. Estes, entre outras abaixo, foram as melhorias que acompaharam no desenvolvimento web com ASP.Net.

O modelo Code-behind foi aprimorado tornando o desenvolvimento mais robusto e mais fácil. Novos recursos de Cache que permitem novas formas de implementação, possibilitando criar dependências de caches em tabelas de um banco de dados SQL Server.

Uma das grandes novidades foi o componente Web Parts para escrever páginas mestras e construir layouts consistentes criando páginas de navegação mais concisa com menus e outros recursos, facilitando o controle e diminuindo código pois utiliza-se dos componentes prontos para construí-los.

Autenticação
Para os recursos de Stream foram criados novos componentes para atutenticar e realizar o controle de acesso são: NegotiateStream e SslStream. Eles ajudam a proteger as informações entre servidor e cliente durante a transmissão dos dados. Permitem autenticação Mútua, criptografia e acesso aos dados. As duas classes utilizam de protocolos de acesso seguros, inclusive o protocolo Security Socket Layer (SSL).

Interoperabilidade com o componente COM
Melhoria nos serviços que agem com o COM. COM é a plataforma que a Microsoft criou em 1993 para realizar comunicação entre processos do sistema operacional. As principais mudanças foram:

  • O Sistema Operacional mantém um número reduzido de handles para os recursos críticos do S.O. Uma nova API fora criada para fornecer meios seguros e confiáveis para manipulação do Sistema Operacional.
  • Melhorado o empacotamento das classes, facilitando a interoperabilidade com o código nativo, satisfazendo melhorias já reivindicadas pela comunidade de desenvolvedores, a primeira: A capacidade de envolver ponteiros de função nativa em delegados e a segunda: Empacotar matrizes de tamanho fixo dentro de estruturas.
  • Desempenho em chamadas entre Aplicações de diferentes domínios, assim permite um tempo menor entre as mesmas com tipos de chamadas comuns.
  • Melhoria na criação de novos ambiente, resolvendo o problema com o importador de bibliotecas e suas referências. As novas opções eliminam a dependência do registro para resolver os problemas com a referências de biblioteca de tipo. Os executáveis são: Tlbimp.exe (Importador de Biblioteca) e TlbExp.exe (Type Library Exporter).
  • Console
    O console teve sua API melhorada com novas opções de manipulação, como tamanho de Buffers de tela e ajustes na janela do mesmo. Embora estas mudanças são perfumaria trouxe várias configurações para o console.

    Criptografia
    Nova API para proteção de dados, ou seja, Criptografia. Com esta nova feature é possível criptografar: senhas, chaves, conexões “string”, outra opção interessante é criptografar um bloco de memórias a partir do Windows Server 2003. Segundo o site MSDN S.O. posteriores também é possível realizar a operação de criptografia de blocos de memória.

    Atributos de Depuração (DEBUG)
    Ao depurar um código fonte, a partir desta versão, o .Net Framework permite exibir a estrutura de uma classe ou membro de um aplicativo em tempo de execução. Os atributos permirtem obter informações úteis que anteriormente faltavam ao operar neste modo de depuração.

    Conectividade em Rede
    Uma novidade em relação aos protocolos de rede, é que uma nova classe adicionada, NetworkChange, permite que aplicativos receba notificação de alteração de mudanças no Protocolo de Internet (IP). Esta alteração pode ser desencadeada por diversos fatores: Cabo de Rede desconectado, deslocamento de rede sem fio ou falha de hardware. Em cada alteração a classe gera um evento informando à aplicação.

    Computação Distribuída
    Em relação à computação distribuída, foi adicionado à API uma classe chamada HttpListener, adicionada ao namespace System.Net. Sua função é dar suporte a pedidos de clientes FTP, HTTP cache de recursos, descoberta de proxy e tráfego de rede e obtenção de informações de estatísticas.

    Logs
    Nos Log de Eventos foi adicionado o recurso de utilização de DLL´s para personalizar: mensagens, parâmetros e categorias.

    Certificados e Assinaturas Digitais
    Gerenciamento de Certificados e assinaturas digitais podendo assinar e verificar XML usando certificados X.509 sem a necessidade de uso de tecnologia específica ou de qualquer plataforma. A partir do Windows 2000, o .Net Framework suporta, agora, os protocolos PKCS7 e CMS. PKCS7 é o formato subjacente utilizado em Secure/Multipurpose Internet Mail Extensions (S/MIME) para assinatura e criptografia de dados. Para saber mais clique aqui.

    FTP
    O .Net Framework 2.0, a partir desta versão possui suporte a FTP, aplicações agora podem acessar os recursos protocolo de transferência usando as classes WebRequest , WebResponse e WebClient.

    Genéricos e Coleções Genéricas
    Uma das grandes sacadas de algumas tecnolgias foram a implementação deste recurso, pois ermitem que seja fortemente tipadas e detectar erros em tempo de compilação, o que antes seria somente em tempo de execução. Os genéricos também permitem criar códigos flexíveis e reutilizáveis, permitindo classes, estruturas, interfaces, métodos e delegados ao serem declarados ser também definidos com parâmetros de tipo não especificados, ou genérico, ao invés de tipos específicos. Ao usar o genérico, tipos reais podem ser utilizados mais adiante. Foi criado um novo namespace como System Namespace e System.Collections.Generic fornecem classes e métodos genéricos. O novo namespace System.Collections.Generic fornece suporte para as coleções fortemente tipadas. Genéricos são suportados em três linguagens: Visual Basic, C # e C + +.

    O recurso Reflection foi estendido para permitir que em tempo de execução e manipulação de tipos e métodos genéricos fossem detectados possíveis erros. Novos membros foram adicionados ao System.Type eSystem.Reflection.MethodInfo, incluindo IsGenericType para identificar tipos genéricos (por exemplo, a classe Gen {…}), GetGenericArguments para obter listas de parâmetros, tipo e MakeGenericType para criar tipos específicos (por exemplo, new Gen ( )).

    Globalização
    Cinco novos recursos de globalização proporcionam maior suporte para desenvolvimento de aplicativos destinados a diferentes línguas e culturas.

  • Suporte a Culture personalizadas, classe que permite acesso às características de um país, como moeda, representação monetária, horário entre outros, permite definir e implantar informações relacionadas à cultura, conforme necessário. Esse recurso é útil para a criação de pequenas customizações de definições da cultura existente, e para criar definições de cultura que ainda não existe no .NET Framework. Para obter mais informações, consulte a classe CultureAndRegionInfoBuilder.
  • Operações como: codificação e decodificação de um mapa de caracteres Unicode para ou a partir de um fluxo de bytes que podem ser transferidas para um meio físico, como um disco ou uma linha de comunicação. Se uma operação de mapeamento não pode ser completada, você pode compensar usando a nova codificação e decodificação de retorno apoiado por várias classes no namespaceSystem.Text.
  • Os membros da classe UTF8Encoding, que implementa a codificação UTF-8, ganharam mais velocidade do que nas versões anteriores. UTF-8 é a codificação mais comum usada para transformar caracteres Unicode em bytes em computadores.
  • O. NET Framework agora suporta o mais moderno padrão de normalização definido pelo Consórcio Unicode. O processo de normalização converte representações de caracteres de texto em um formulário padrão para que as representações possam ser comparadas por equivalência.
  • O GetCultureInfo sobrecarga de método fornece uma versão em cache de um objeto read-only CultureInfo. Use a versão em cache ao criar um novo objeto CultureInfo para melhorar o desempenho do sistema e reduzir o uso de memória.
  • E/S Melhorias
    Foram feitas melhorias na usabilidade e funcionalidade de várias classes de E/S. Agora é mais fácil, para os usuários, ler e gravar arquivos de texto e obter informações sobre uma unidade por exemplo: Para compactação de dados, agora, é possível usar as classes no System.IO.Compression para ler e gravar dados com a compressão GZIP e descompactação padrão, descrito no IETF RFC 1951 e RFC 1952, que estão disponíveis na página de pesquisa IETF Request for Comments (RFC). Há uma nota dizendo que a pesquisa é limitada aos números RFC.

    Ativação Baseado em Manifesto
    Este recurso fornece um novo suporte para carregar e ativar aplicativos através do uso de um arquivo manifest. Esta Ativação baseada em manifesto é essencial para suportar aplicações ClickOnce. Uma aplicação ClickOnce é uma tecnologia que a Microsoft criou para facilitar a implantação e atualização de um aplicativo windows, este recurso fica disponibilizado na web e executa as operações no lado do cliente. Tradicionalmente, os aplicativos são ativados através de uma referência a um assembly que contém o ponto de entrada do aplicativo. Por exemplo, clicando em um arquivo do aplicativo *.Exe de dentro do shell do Windows faz com que o shell carregue o Common Language Runtime (CLR) e chame um ponto de entrada conhecido dentro desse assembly .Exe’s.

    O modelo usa um manifest de aplicativo para ativá-lo ao invés de um assembly. Ele descreve completamente o aplicativo, suas dependências, os requisitos de segurança, e assim por diante. Possui várias vantagens sobre o modelo de ativação baseado em assembly, especialmente para aplicações web. Por exemplo, na parte de segurança do aplicativo, ele permite que usuário decida se deseja permitir a execução do aplicativo antes de baixar o código.

    A partir de um conjunto de APIs que foi possível permitir que hosts gerenciados ativem aplicativos e suplementos descritos no manifest. Essas APIs contêm uma mistura de novas classes e extensões para as classes existentes.
    Este modelo também invoca uma entidade chamada de gerenciador de confiança que executa as seguintes tarefas:

      1. Determina se um aplicativo tem permissão para ser ativado. Esta decisão pode ser feita através de uma solicitação do usuário, a consulta de política, ou por qualquer outro meio considerado adequado para um determinado gerenciador de confiança.
      2. Configura o contexto de segurança para executar um aplicativo de entrada. Mais comumente, essa etapa envolve a criação de um segurança de acesso a código (CAS), árvore da política no domínio do aplicativo no qual o aplicativo será executado.

    .NET Framework Remoting
    A funcionalidade Remoting do .NET Framework, agora suporta endereços IPv6 e do intercâmbio de tipos genéricos. As classes no namespace System.Runtime.Remoting.Channels.Tcp de suporte de autenticação e criptografia usando o Security Support Provider Interface (SSPI). Novas classes no namespace System.Runtime.Remoting.Channels.Ipc permitem que as aplicações no mesmo computador se comuniquem rapidamente sem usar a rede. Finalmente, agora você pode configurar a conexão de tempo limite de cache e o número de tentativas do método, que pode melhorar o desempenho da rede com balanceamento de carga clusters remotos.

    Informações, Configuração de Rede Local e Uso
    Usando classes no namespace System.Net.NetworkInformation, os aplicativos podem acessar IP, IPv4, IPv6, TCP e estatísticas de tráfego de rede UDP. Os aplicativos também podem visualizar o endereço e informações de configuração para os adaptadores no computador local de rede. Essa informação é semelhante às informações retornadas pela ferramenta de linha de comando Ipconfig.exe.

    Ping
    A classe Ping permite que um aplicativo possa determinar se um computador remoto é acessível pela rede. Essa classe fornece funcionalidade semelhante à ferramenta de linha de comando Ping.exe, e suporta chamadas síncronas e assíncronas.

    Processamento de requisições HTTP em aplicativos
    Você pode usar a classe HttpListener para criar um simples servidor Web que responde a requisições HTTP. O servidor Web está ativo para o período de vigência do objeto HttpListener e é executado dentro de sua aplicação, com a aplicação de suas permissões. Esta classe está disponível apenas em computadores executando o sistema operacional Windows XP Service Pack 2 ou Windows Server 2003.

    Controle de Cache Programáticos
    Usando as classes no namespace System.Net.Cache, os aplicativos podem controlar o cache de recursos obtidos usando as classes WebRequest, WebResponse e WebClient. Você pode usar as diretivas de cache predefinido fornecido pelo .NET Framework ou especificar uma política de cache personalizada. Você pode especificar uma política de cache para cada solicitação e definir uma política de cache padrão para as solicitações que não possuem uma política de cache.

    Linguagens de Programação

      Quatro são as linguagens de programação Microsoft que apontam explicitamente para NET Framework, são elas: Visual C #, Microsoft C / C + +, Visual J # e Visual Basic.

        O compilador do Visual Basic e a linguagem

      1. Melhorias na linguagem no Visual Basic simplificam o código fonte e permitem interação com os componentes que usam recursos avançados.
        Compilador
        Visual Basic apresenta uma nova compilação condicional constante, VBC_VER, para todos os projetos. Esta versão tem o valor de VBC_VER 8.0.
        O compilador do Visual Basic de linha de comando agora armazena as opções de linha de comando no arquivo Vbc.rsp, no mesmo diretório que o compilador de linha de comando (Vbc.exe). Você pode editar Vbc.rsp para reconfigurar as opções de linha de comando.
        Há quatro novas opções do compilador de linha de comando:

      1. A /doc opção gera um arquivo de documentação XML baseado em comentários em seu código.
      2. O /noconfig opção faz com que o compilador para ignorar o arquivo Vbc.rsp.
      3. A /codepage opção especifica que codepage para usar ao abrir arquivos de origem.
      4. A /filealign opção especifica o tamanho das seções no arquivo de saída.
      5. O /nostdlib (Visual Basic) opção faz com que o compilador não para fazer referência a bibliotecas padrão.
      6. Para obter mais informações, consulte Opções do Compilador Visual Basic.

        Idioma
        Há vários elementos novos nesta versão da linguagem Visual Basic:

      1. Continue Statement (Comando Continue, Transfere o controle imediatamente para a próxima iteração de um loop.)
      2. Operator Statement (Comando Operador, declara o símbolo do operador, operandos, eo código que define um processo de operador em uma classe ou estrutura.)
      3. Using Statement (Comando Using, declara o início de um bloco e opcionalmente adquire os recursos do sistema que controla o bloco.)
      4. IsFalse Operator (Operador IsFalse, determina se uma expressão é falso. Pode ser sobrecarregado em uma classe ou estrutura.)
      5. IsTrue Operator (Operador IsTrue, Determina se uma expressão é verdadeira. O compilador considera o e IsFalse operadores IsTrue como um par combinado. Isto significa que se você definir um deles, você também deve definir o outro.)
      6. IsNot Operator (Operador IsNot, Compara duas variáveis de referência de objeto.)
      7. SByte Data Type (Tipo de Dados Sbyte, Isenções assinado de 8 bits (1 byte) inteiros que variam em valor de -128 a 127.)
      8. UInteger Data Type (Tipo de Dados Uinteger, mantém sem assinatura de 32 bits (4 bytes) inteiros no valor variando de 0 a 4.294.967.295.)
      9. ULong Data Type (Tipo de Dados Ulong, mantém sem assinatura de 64 bits (8 bytes) inteiros no valor variando de 0 a 18,446,744,073,709,551,615 (mais de 1,84 vezes 10 ^ 19).)
      10. UShort Data Type (Tipo de Dados Ushort, mantém sem assinatura de 16 bits (2 bytes) inteiros no valor variando de 0 a 65.535.)
      11. Global (Permite-lhe acessar um elemento de programação quando você bloqueou com sua estrutura de namespace.)
      12. Of (identifica um parâmetro de tipo genérico em uma classe, estrutura, interface, delegado, ou procedimento. Para obter informações sobre os tipos de genéricos, consulte Tipos genéricos no Visual Basic (Visual Basic).)
      13. Narrowing (Indica que um operador de conversão (CType) converte uma classe ou estrutura para um tipo que não pode ser capaz de assegurar alguns dos possíveis valores da classe ou estrutura originais.)
      14. Widening (Indica que um operador de conversão (CType) converte uma classe ou estrutura para um tipo que pode conter todos os valores possíveis da classe ou estrutura originais.)
      15. Partial (Visual Basic) (Indica que uma declaração de classe ou estrutura é uma definição parcial da classe ou estrutura.)
      16. Custom – delete (Especifica que um código especializado adicione, remova ou aumente manipuladores adicionados a um evento.)

    Exceções de segurança
    A classe System.Security.SecurityException foi especializada para fornecer dados adicionais que facilitam a investigação da causa de exceções de segurança. Novas propriedades fornecem informações que incluem o método no qual a exceção ocorreu, a primeira permissão que falhou, a zona ou URL do assembly, a ação de segurança que falharam, e as medidas de segurança na pilha de chamadas, como Deny ou PermitOnly, que causou a exceção.

    Suporte a dispositivos de E/S Seriais
    A nova classe SerialPort fornece aplicativos com a capacidade de acessar as portas seriais em um computador e se comunicar com estes dispositivos.

    Serialização
    As classes BinaryFormatter e SoapFormatter agora suportam serialização tolerante a versão, que permite que um tipo seja desserializado a partir da serialização de uma versão diferente. Para mais detalhes, consulte Versão serialização tolerante a falhas.

    serialização XML agora suporta o uso de propriedades, em vez de campos para representar elementos do esquema, a serialização de tipos genéricos, bem como a utilização do Nullable (Of T) estrutura para representar elementos anulável. O IXmlSerializable interface oferece suporte à geração de esquemas personalizados. O SchemaImporterExtension permite controlar a geração de código proxy alterando esquemas durante a importação de esquema. Por exemplo, você pode alterar o proxy gerado ao utilizar o recurso Adicionar Referência da Web do Visual Studio, ou quando se utiliza o Web Services Description Language Tool (WSDL.exe) .

    O novo gerador Serializer XML (SGen.exe) permite que você pré-compilar o código usado por clientes de serviços Web para serializar informações transmitidas, o que melhora o tempo de inicialização do cliente. Para mais informações, consulte Apresentando a serialização XML.

    Suporte de SMTP
    Usando as classes nos namespaces System.Net.Mail e System.Net.Mime, as aplicações podem enviar e-mail para um ou mais destinatários. Um e-mail pode ser enviado com visões alternativas e podendo incluir anexos, também é suportado enviar cópias e cópias ocultas.

    Suporte de Recursos fortemente tipados
    O Resgen.exe (Gerador de Classe Wrapper de um Recurso) cria arquivos de recursos que são incorporados em arquivos executáveis e conjuntos de satélite. Resgen.exe produz uma classe wrapper para cada arquivo de recurso, o que lhe dá fácil acesso aos recursos e evita erros de ortografia em nomes de recursos.

    Melhorias em uso de Threads
    Agora você pode nomear os eventos de comunicação entre processos que são criados exclusivamente em código gerenciado. A classe Semaphore também suporta contagem de recursos especializados.

    Filtragem de dados de rastreamento
    O. NET Framework 2.0 fornece classes que rastreiam e registram eventos relacionados ao sistema de E/S, de inicialização e desligamento de aplicativos, e assim por diante. No entanto, o enorme volume e os diversos tipos de informações de rastreamento tornam difícil para os usuários a analisar esses dados. O novo suporte para rastreamento de dados de filtragem permite que você especifique o tipo de informações para registrar.

    Transações
    O novo namespace System.Transactions contém classes que permitem que seus aplicativos participe de transações gerenciadas pelo Microsoft Distributed Transaction Coordinator (MSDTC) ou o gerenciador de transações locais. O namespace System.Transactions fornece tanto um modelo de programação explícito com base na classe Transaction, e um modelo de programação implícito usando a classe TransactionScope, no qual as transações são automaticamente gerenciadas pela infra-estrutura. Esta infra-estrutura de transação pode facilmente interagir com os já existentes System.EnterpriseServices (COM +) infra-estrutura da transação. O namespace System.Transactions também fornece classes para implementar um gerenciador de recursos. Um gerente de recursos gerencia dados duráveis ou voláteis usados em uma transação, e trabalha em cooperação com o gerenciador de transações para fornecer o aplicativo com a garantia de atomicidade e isolamento.

    Web Services
    Suporte aos serviços Web SOAP 1.2 e WS-I Basic Profile 1.0, que está documentado em “Web Services Interoperability Organization – Perfil Básico Versão 1.0“.
    Ao consumir dois ou mais serviços da Web que define um tipo comum, os proxies de cliente gerado para as partes de serviços da Web do tipo correspondente no cliente. Isso permite que os clientes passem facilmente instâncias de tipos compartilhados entre os serviços web.
    Agora você pode chamar métodos da Web de forma assíncrona utilizando um padrão de programação baseado em eventos.

    Formas Relacionadas com Recursos do Windows

        Implantação do ClickOnce

      1. Implantação de ClickOnce permite que você implantar auto-atualização de aplicativos do Windows que podem ser instalados e executados tão facilmente como aplicações web. Você pode implantar um cliente Windows e aplicativos de linha de comando. Existem novos comandos como Publicar Projeto e menus de compilação no projeto no Visual Studio. Para obter mais informações, consulte ClickOnce Deployment Overview.
        Configurações do Aplicativo

      1. Configurações de aplicativo para Windows Forms tornam mais fácil: criar, armazenar e manter aplicativos personalizados e preferências do usuário no cliente. Com as definições do Windows Forms, você pode armazenar não apenas dados de aplicativo, como seqüências de conexão do banco de dados, mas também dados específicos do usuário, como posições de barra de ferramentas e listas de mais recentemente utilizados. Para obter mais informações, consulte Visão geral de Configurações do aplicativo.
        Novo modelo de Data-Binding

      1. O componente BindingSource simplifica o processo de ligação de dados porque ele atua como um intermediário entre o controle vinculado ea fonte de dados alvo. Ele gerencia automaticamente muitas das questões mais difíceis de ligação, como moeda, eventos relacionados a dados e alterações de dados de destino de origem. Ele também é projetado para interoperar com outros dados relacionados com os controles do Windows Forms, particularmente os controles BindingNavigator e o DataGridView. O componente simplifica o processo de ligar controles a uma fonte de dados subjacente. Ele atua como um canal e uma fonte de dados para que se ligam a outros controles.
        Novos controles de Windows Forms

      1. O DataGridView controle fornece uma maneira poderosa e flexível para exibir dados em um formato tabular. Ele pode ser usado para mostrar exibições somente leitura de uma pequena quantidade de dados ou pode ser escalado para mostrar exibições editáveis de conjuntos muito grandes de dados. Os dados podem residir em uma fonte de dados externa ou serem adicionados diretamente ao controle. Para obter mais informações, consulte Visão geral do Controle DataGridView (Windows Forms).
      2. Os controles ToolStrip são barras de ferramentas que podem hospedar menus, comandos e controles de usuário em seus aplicativos Windows Forms. A classe ToolStrip e suas classes associadas permitem que você crie barras de ferramentas ea interface de usuário de outros elementos em um estilo que é consistente com o Microsoft Windows XP, Microsoft Office e Microsoft Internet Explorer. Você também pode usar essas classes para personalizar barras de ferramentas e elementos de interface do usuário. Para obter mais informações, consulte Visão geral do controle ToolStrip (Windows Forms).
      3. O controle MaskedTextBox utiliza uma definição de máscara para distinguir a entrada de dados do usuário entre válido e inválido. Para obter mais informações, consulte Controle MaskedTextBox (Windows Forms).
      4. A classe SoundPlayer do Windows Forms permite que você inclua sons facilmente em suas aplicações. É possível reproduzir arquivos de som no formato. wav, quer a partir de um recurso ou da Universal Naming Conventions (UNC) ou locais HTTP. Além disso, a classe permite que você carregue ou reproduza sons de forma assíncrona. Para obter mais informações, consulte Classe SoundPlayer.
      5. O Windows Forms controle SplitContainer pode ser pensado como um composto, que é de dois painéis separados por uma barra móvel. Quando o ponteiro do mouse sobre a barra, o cursor muda para mostrar que a barra é móvel. Utilize este controle para criar interfaces de usuário redimensionável, que são eficazes para exibir e procurar informações, porém complexos. Para obter mais informações, consulte Controle SplitContainer.
      6. O controle ListView agora oferece suporte a três recursos fornecidos pelo Windows XP e na família Windows Server 2003: exibição lado a lado, agrupamento e Drag and Drop reposicionando o item.
      7. Os controles ListView, TreeView e ToolTip agora suportam a funcionalidade de desenho na página renderizada semelhante à ComboBox, ListBox, MenuItem e TabControl criadas na versão anterior.
      8. O controle WebBrowser permite hospedar páginas da Web em seus aplicativos Windows Forms. Você pode usá-lo para fornecer Ajuda (Help) integrado e baseado em HTML ou visitar sua aplicação na Internet. Além disso, você pode usar o WebBrowser para converter aplicativos da Web existentes para os aplicativos client que se integram perfeitamente ao código HTML dinâmico (DHTML) com os mesmos recursos de interface com o usuário do Windows Forms. Para obter mais informações, consulte Visão geral sobre o controle WebBrowser.
      9. O controle FlowLayoutPanel organiza seu conteúdo em uma direção de fluxo vertical ou horizontal. Seu conteúdo é organizado automaticamente em uma grade através do controle TableLayoutPanel. Como o layout é executado tanto em tempo de design e tempo de execução, ele pode alterar dinamicamente as mudanças no ambiente de aplicação. Para obter mais informações, consulte Visão geral sobre controle FlowLayoutPanel e Visão geral do controle TableLayoutPanel.
      10. O componente BackgroundWorker permite que você execute operações em segundo plano que pode levar um longo tempo para executar, como downloads de imagens e transações de banco de dados. Para obter mais informações, consulte Visão geral do componente BackgroundWorker.
      11. O Padrão Assíncrono para Componentes é um modelo orientado a eventos que oferece as vantagens de aplicativos, além de esconder muitas das questões complexas inerentes ao design de vários segmentos. Para obter mais informações, consulte Padrão assíncrono para componentes.

    Recursos XML
    O .NET Framework 2.0 fornece muitas melhorias, incluindo uma nova transformação XSL com o processador XSLT, suporta os tipos: as classes XmlReader, XmlWriter, e XPathNavigator. Novos recursos de edição com a classe XPathNavigator. Além disso, há um novo modelo para criar objetos XmlReader e XmlWriter, e muitos aprimoramentos de desempenho. Para obter mais informações, consulte O que há de novo no System.Xml.

    Bom foi grande esta pesquisa e “tentativa” de tradução, mas valeu a pena, os links os levarão às classes e/ou mais informações sobre os componentes e mudanças.

    Valeu e até a próxima! Deixam seus comentários! São sempre bem vindos!

    Fonte: Biblioteca MSDN

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